Come as you are…
20080516 10:08by Yves Geleyn
A animação é fofa, adorei a flor de pena de pavão e os dentes-de-leão. Ah, e gosto tanto de “The Bird and the Bee”. Again and again. ![]()
by Yves Geleyn
A animação é fofa, adorei a flor de pena de pavão e os dentes-de-leão. Ah, e gosto tanto de “The Bird and the Bee”. Again and again. ![]()
Mark Rothko
Texto criado para o blog
de um cavalo que fala inglês. ^.^
|
Alguém pode perder montanhas?
|
Can one miss
mountains?
|
|---|---|
|
Desculpe-me, amiga, eu estive tão preocupada em lhe dizer quem fui e mostrar quem serei, e esqueci de contar quem sou. Sou a pessoa escrevendo esta carta para você. Eu esqueci que nada pertence a outro tempo senão agora, a ninguém exceto ao presente. Eu esqueci de olhar para o céu acima e respirar. Você é a pessoa lendo esta carta. Todos os meus documentos são falsos, as palavras ditas outrora podem não mais caber em minha boca. A música que ainda vou compor nem dá lugar à dança, tampouco cria espaço para o sonho. O passado, que é mais velho que hoje, é incerto. Eu não existo em outro tempo senão agora. Juntas, nós estamos aqui e ao mesmo tempo em lugar nenhum. Sim, minha amiga, agora eu clamo liberdade e queimo as roupas que minha avó guardou para mim. Eu nasço com aquela montanha que nós vemos juntas. Aquela montanha não existia no passado, porque ela só passa a existir quando nós podemos percebê-la, identificá-la. Sou feliz porque estou pronta para conceber uma montanha com você hoje. Eu não estou preocupada sobre quantos nascimentos de montanhas eu perdi ou quantos perderei. Agora, estou deitada no solo úmido, coberta por um imenso lençol de estrelas. Eu sou Patrícia, sou montanha e também sou estrelas. |
|
|
|
Texto inspirado em “Season of Disbelief”, de Ray Bradbury e um poema que li na New Yorker de 12 de maio chamado “One Can Miss Mountains“, de Todd Boss. |
Muto eu
Muta você
Muta comigo
Sem se perder
Muto, uma animação bacana para alegrar a semana.
Num templozinho perdido na montanha, quatro monges faziam zazen. Tinham decidido meditar em silêncio absoluto. Na primeira noite, a vela se apagou e o dojo mergulhou na mais profunda escuridão. O mais moço dos monges disse a meia voz:
- A vela apagou.
O segundo respondeu:
- Não deves falar, estamos em silêncio total.
O terceiro acrescentou:
Por que estais falando? Devemos calar-nos.
- O quarto, responsável pela meditação, concluiu:
- Só eu não falei!
Gostaria de inserir somente alguns destaques dos keynotes do Web 2.0, mas o blip.tv não me deixa fazer isso. Então, acima, divido com vocês o que aconteceu no auditório principal do Moscone West. Os textos das outras palestras, discussões, apresentações, lançamentos que ocorreram nos dias 22-25 de abril podem ser encontrados no site do evento ou, futuramente e em posts aleatórios, aqui.
Alguns favoritos do vídeo acima:
Divirta-se!!