Experimentos fatoriais

  • não é um delineamento
  • é uma forma de avaliar mais fatores em um experimento

Exemplo: 3 x 3 = 9 tratamentos

fator um: serão testados 3 tipos de mogno – brasileiro, senegalense, costa-do-marfim

fator dois: serão testados 3 tipos de adubação – com fósforo, com trichoderma, de controle

i = 9; com 4 repetições -> j = 4, logo n = 36 V.A.

Exemplo fitopatologia 2 x 2

  • Fatorial 1: substrato com tratamento de trichoderma ou sem tratatamento
  • Fatorial 2: semente com tratamento de trichoderma ou sem tratamento

i = 2 x 2 = 4;
j = 15;
n = 60.

Na tabela de ANOVA, o FV seria

  • Fator 1 (substrato com/sem tratamento)
  • Fator 2 (semente com/sem tratamento)
  • F1 x F2
  • Resíduo
  • Total

Hipóteses da análise de variância

Fator 1

  • H0 os níveis tem o mesmo efeito
  • H1 tem efeitos diferentes

Fator B

  • H0 os níveis tem o mesmo efeito
  • H1 tem efeitos diferentes

Entre fatores A e B

  • H0 as interações tem o mesmo efeito
  • H1 pelo menos duas combinações tem efeito diferente

Modelo estatístico

Seja um experimento fictício em DIC com 3 repetições para analisar o efeito de calagem (Fator C) e da irrigação (Fator I) sobre o peso de plantas (kg/ planta/ parcela)

I = (2 x 2) = 4; j = 3; n = 12

C0I0C1I0C0I1C1I1
Repetição 125354160
Repetição 232283567
Repetição 327333859

ANOVA = DIC

Conclusão: Os pesos das plantas cultivadas com os diferentes tratamentos não são iguais entre si.
Mas o experimento foi feito em esquema fatorial. Se o objetivo do trabalho é testar a interação C x I, a análise de variância deve ser desdobrada.

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