Dendrologia

Florestas tropicais

Ampla diversificação:

  • acessibilidade
  • composição florística
  • número de árvores/ha
  • forma de árvores
  • número de espécies
  • variações de incremento
  • espécies com utilidades desconhecidas

Brasil – maiores reflorestadores mas com foco em mercado, não em ecologia

  • grande produção de matéria-prima de origem florestal
    • papel
    • celulose
    • carvão para siderurgia
    • madeira serrada
    • resina
    • óleos essenciais
  • número de espécies é muito pequeno e restrito
    • Eucalyptus spp – família Myrtaceae
    • Pinus spp – família Pinaceae

Florestas naturais

  • heterogeneidade, complexidade
    • contingente arbóreo rico e variado; exclusivo — elevado número de espécies dificulta (treinamento inicial de reconhecimento), mas enriquece (reconhecimento pelas várias formas e características específicas)
      • alta extensão territorial
      • baixo número de técnicos
      • dificuldade de reconhecimento
  • formações vegetais
    • cerrado (savanas)
    • caatinga
    • manguezais
    • floresta com araucárias
    • restingas
    • campos
    • floresta atlântica
    • floresta amazônica
      • igapós, várzeas, terra firme

Além da flora brasileira:

  • precisamos reconhecer algumas espécies exóticas
    • Gmelina arborea Roxb – família Lamiacea (utilizada para celulose)
    • Tectona grandis – usada para madeira
    • Toona australis F. Muel – cedro
    • Kaya spp – família Meliaceae (mogno africano / madeira)

Fenologia florestal

  • fases das folhas, dos frutos,
    • identificar momento certo de poda, doenças etc

Fitogeografia

  • mapear determinadas espécies nas regiões
  • fitofisionomia

Fixação de carbono

  • identificar e medir carbono de áreas

Ulisses Aldrovandi – XVII (primeiro livro Dendrologia), fundado do Jardim Botânico de Bologna

Teophrastus (IV a.C)

Flora brasilienses – 40 volumes – só em museu ou na biblioteca nacional

Classificações

  • I periodo – Theophrastus (300a.C) pelo habitus das plantas: arvores, arbustos, sub-arbustos e ervas
    – durou 10 séculos e Plínio (propriedades medicinais)
  • II período – Lineu (1700) sistema baseado no número de estames
  • III período – Darwin (1859) – sistema da teora da evolução de espécies, relações de parentesco, indício da filogenia
  • IV período – mobot.org – baseado nos sistemas filogenéticos, que usam todas as informações disponíveis a respeito dos taxa

Lineu (sistema artificial) > Jussie (sistema natural)

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