Famílias
Peltogyne subsessilis

Curiosidades:
- Contem glândulas resiníferas nas folhas, antigamente usada com fins medicinais, Hoehne (1931):
... as Peltogyne e Pterodon contêm grande porcentagem de óleo. A medicina usando-o para constatar a sífilis e outros males nada mais faz do que aquilo que os nativos, os primeiros imigrados do século XVI. Em pequenos vasos denominados "carameno" segundo Thevet e Levy, conduziam-no os aborígenes quando iam à guerra ou qualquer aventura, e assim trazem-no ainda hoje ao mercado do Norte do Brasil.
trecho destacado no artigo de Silva (1976), link abaixo.
Referências:
- Rodrigues (1974), descrição da espécie: Acta Amaz 4 (2); Ago 1974. DOI: https://doi.org/10.1590/1809-43921974042007
- Silva (1976), revisão taxonômica do gênero Peltogyne: Acta Amaz 6 (1); Mar, 1976. DOI: https://doi.org/10.1590/1809-43921976061s005
- Para dados sobre propriedades desta madeira, link da espécie no site do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal Brasileiro.
Características
Vulgarmente | pau-roxo; roxinho; violeta |
Divisão | Magnoliophyta (Angiospermae) |
Classe | Magnoliopsida (Dicotiledonae) |
Ordem | Fabales |
SubFamília | Caesalpiniaceae (Leguminosae Caesalpinioideae) |
Altura da sapopema | 1,50 a 3,90 m |
DAP | 59,70 cm |
Fuste | retilíneo; 12 m |
Raios | 5 a 8 mm |
Vasos | porosidade difusa |
Parênquima axial | apotraqueal difuso ou paratraqueal aliforme |
Cerne/Alburno | distintos |
Cor do cerne | roxo |
Cor do alburno | marrom muito pálido |
Teor de umidade inicial | 58,2 % |
Teor de umidade final | 11,5 % |