Espécies

Famílias

Euxylophora paraensis Huber

Espécie arbórea de grande porte da Floresta Amazônica, endêmica do Brasil, tem distribuição restrita aos Estados do Pará e Maranhão. 

Características

Vulgarmente pau-amarelo, amarelão, amerelinho, amarelo-cetim, cetim, espinheiro, limãorana, muiratanã, pequiá-cetim
Divisão Tracheophyta
Classe Embryophyta
Ordem Sapindales
Subfamília Rutaceae
Gênero Euxylophora
Bioma Amazonia
Altura 40-50 m
Casca desprendimento de placas escamosas
Folhas As folhas se agrupam no final dos ramos, alternadamente, em espiral. Ao tato, são semelhantes ao couro (coriáceas). A face voltada para cima (adaxial) não apresenta pelos (tricomas) e é brilhante; entretanto, a que fica para baixo (abaxial) possui pequenos pelos (tricomas) amarelo-alaranjados em forma de estrela.
Inflorescência Inflorescência (flores agrupadas) no final dos ramos, com cinco pétalas amarelo-claras ou creme, recurvadas
Raios no topo, visíveis sob lente, predominantemente trisseriados e heterogêneos.
Vasos difusos; poucos a médios solitários (30%); múltiplos de 2 (45%); múltiplos de 3 a 5 (25%); seção oval e ocasionalmente circular; placas de perfuração simples; tilos presentes; elementos vasculares com apêndices curtos em uma ou ambas as extremidades; pontoações intervasculares pequenas, alternas, poligonais e inclusas; pontoações raio-vasculares similares às intervasculares
Parênquima axial escasso
Cerne/Alburno indistintos
Anéis de crescimento distintos
fibras libriformes, não septadas e de parede medianamente espessa
grã direita, às vezes, revessa
textura média a fina
brilho alto
Madeira muito pesada e de boa qualidade
Usos Em trabalhos de assoalhos, construção civil pesada interna, embarcações (quilha, convés, costado), ponte, construções marítimas (acima d’água) e torneamento (IBAMA, 2011)
Dureza dura ao corte, sendo bastante durável em contato com o solo